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Record – A história







Record foi fundado por iniciativa de um homem – Manuel Dias (na foto, com a taça de um 2.º lugar na Maratona de Londres) – vendedor de jornais e também atleta olímpico, com uma honrosa participação nos Jogos de 1936, em Berlim.

É uma história invulgar e curiosa. Já então ardina, com negócio de venda de jornais montado, Manuel Dias vê-se um dia contemplado com um prémio de 40 contos (200 euros) da Lotaria Nacional. Estávamos em 1949 e essa quantia era relativamente importante.

Foi Manuel Dias quem teve a ideia de fundar um jornal desportivo e foi ele quem financiou em grande parte a operação para a qual "arrastou" um jornalista de "A Bola", José Monteiro Poças, e um professor de Educação Física muito ligado ao desporto - e em particular ao atletismo - Fernando Ferreira.

A primeira edição do jornal, então semanário, apareceu na rua no dia 26 de novembro de 1949, tendo desde logo procurado - apesar da posição dominante do futebol nas suas colunas - dar cobertura às restantes modalidades desportivas.

Ao longo dos seus 63 anos de publicação, Record, em cuja empresa o extinto "Diário Popular" adquirira uma posição acionista, teve um percurso complicado, passou por diversas crises e, até ser privatizado, em 1989, esteve por mais de uma vez para desaparecer, em particular na sequência do período revolucionário que se seguiu a 25 de Abril de 1974.

Antes de chegar a diário, em 1 de março de 1995, Record começou por sair uma vez por semana, aos sábados. Passou a bissemanário - publicando-se às terças e sábados - em 3 de fevereiro de 1953 e a trissemanário - saindo então às quartas, quintas e sábados - em 18 de abril de 1972. Como trissemanário, mudou várias vezes os seus dias de publicação, tendo-se fixado finalmente nas bancas às terças, sextas e domingos.

Em 19 de agosto de 1991, Record tornou-se quadrissemanário com saídas aos domingos, segundas, terças e sextas. E a 2 de fevereiro de 1995 - pouco antes de se tornar diário - passou a estar nas bancas cinco vezes por semana, ou seja, todos os dias exceto às quartas e sábados.

Com uma edição padrão de 48 páginas em formato tabloide, Record publica regularmente revistas especializadas, no início de todas as temporadas de futebol e dos grandes acontecimentos desportivos, desde as competições europeias de clubes aos campeonatos internacionais entre nações e aos Jogos Olímpicos.Totalmente independente em termos técnicos de fabrico, a edição em papel de Record é impressa em Lisboa, na Grafedisport, e no Porto, na Unipress, para onde as suas páginas são enviadas diariamente por meios informáticos.

Record lidera a imprensa desportiva em Portugal, com uma média de vendas de 62 245 exemplares em 2011 – dados da Associação Portuguesa para o Controlo das Tiragens (APCT). A tiragem média em 2011 foi superior a 100 mil exemplares. O Bareme da Marktest do 2.º trimestre de 2012 confirmou Record igualmente como campeão de audiências na área do desporto e terceiro título de circulação nacional, com 919 mil leitores diários.

Record tem procurado continuamente a inovação, apostando em novas plataformas de comunicação com os seus leitores, sendo a principal o site www.record.pt lançado em 20 de abril de 1999 e que cada vez mais se afirma como uma visita diária obrigatória no universo online. Em maio de 2012, a nossa edição na Internet obteve a melhor marca de sempre de um site português: 216,6 milhões de pageviews, segundo dados do Netscope da Marktest. Nas redes sociais, ultrapassámos, em dezembro de 2012, os 245 mil seguidores no Facebook e os 28 mil no Twitter. As aplicações descarregadas para iPhone, iPad, Android e Tablet Android estavam, na mesma altura, já acima das 290 mil.

Record integra-se no universo das publicações da Cofina Media – o maior grupo editorial português, com uma circulação global de publicações, em 2011, acima de 100 milhões de exemplares – ao qual pertencem títulos como "Correio da Manhã", "Jornal de Negócios", "Sábado", "Máxima", "Vogue", "TV Guia" ou “Flash”, e é dirigido, desde fevereiro de 2003, pelo jornalista Alexandre Pais. Os diretores-adjuntos são António Magalhães e Nuno Farinha, e o subdiretor é Bernardo Ribeiro.

Nas últimas seis décadas, Record constituiu-se, tanto através da edição impressa como da edições online, em importante veículo de promoção do desporto nacional e de ligação entre as comunidades portuguesas espalhadas pelo Mundo, o que levou o Presidente da República, Jorge Sampaio, a atribuir ao jornal, a 24 de novembro de 1999, o título de Membro Honorário da Ordem do Infante D. Henrique. Aliás, Record tem acumulado distinções. Foi considerado pelos profissionais de media a Melhor Publicação Desportiva nacional – Prémio Meios & Publicidade – em 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011 e 2012, e ganhou o Prémio CNID, em 2006, e o Special Olympics, em 2008. Em 2010, foi-lhe atribuído pela ACEPI (Associação de Comércio Eletrónico e Publicidade Interativa) o Prémio Navegantes XXI, como Melhor Site de Media Desportiva.

Em 2005, foi criado o Prémio Artur Agostinho destinado a distinguir a personalidade do ano na área do Desporto. O troféu, patrocinado pelo grande comunicador que dirigiu Record entre 1963 e 1974, foi já atribuído a Pedro Pauleta (2005), Luiz Felipe Scolari (2006), Rui Costa (2007), Cristiano Ronaldo (2008), Luís Figo (2009), José Mourinho (2010), Hulk (2011) e Pepe (2012).

Quem é Alexandre Pais

O diretor de Record nasceu em Lisboa em 1946 e iniciou a sua atividade jornalística no trissemanário "Mundo Desportivo", em agosto de 1964, com a reportagem dos Jogos da FISEC, realizados em Gerona, Espanha, em que participou como jogador e capitão da seleção nacional de juniores de voleibol, e porta-bandeira da delegação portuguesa no desfile inaugural.

Ao longo de 49 anos de carreira, Alexandre Pais dirigiu também o diário "24 Horas", o semanário "Tal & Qual", os semanários desportivos "Off-Side" e "Jornal do Belenenses", e as revistas "Mundial", "Élan", "Tomorrow", "Teenager" e "Dona". Foi repórter e chefe de secção do "Diário de Lisboa", subchefe de redação do "Jornal Novo", chefe de redação do diário "Portugal Hoje", chefe do departamento de iniciativas editoriais e diretor editorial da “TV Guia”. Foi igualmente colaborador do suplemento humorístico do DL, “A Mosca”, do gratuito “Destak”, do semanário “Motor”, da revista “Foot”, de Record e de “A Bola”, e ganhou o Troféu Gandula, para os Melhores do Desporto, em cinco anos consecutivos – de 1982 a 1986.

Trabalhou ainda 12 anos na rádio, tendo sido comentador da “Tarde Desportiva” da Renascença e chefe da secção de Desporto, chefe de redação do "Jornal da Tarde", chefe da repartição de Tratamento e Publicação, e diretor de informação da Emissora Nacional de Radiodifusão (hoje RDP).

Além de diretor de Record, desde 2003, é colunista do “Correio da Manhã” e da “Sábado”, cujo conselho editorial integra, desde o lançamento da “news magazine” da Cofina, em 2004.

Quem é António Magalhães

No Record desde fevereiro de 2003, o diretor-adjunto António Magalhães iniciou a sua carreira em 1981, apenas com 18 anos, como colaborador do jornal regional “Raio de Luz”. Dois anos depois, era repórter do semanário desportivo “Off-Side”, passando em 1985 para a “Gazeta dos Desportos”, onde se manteve até entrar para os quadros do “Correio da Manhã”, em 1988. Colaborou, entretanto, na revista “Foot”. Foi editor-adjunto da secção de Desporto do “CM” e daí transitou, em 1991, para “A Bola”, diário onde foi editor e editor-chefe adjunto, tendo assumido, no ano 2000, as funções de editor-chefe.

Ao longo de 32 anos de carreira, António Magalhães participou em inúmeros colóquios, simpósios e congressos relacionados com a atividade desportiva e com o jornalismo.

Quem é Nuno Farinha

Foi em 1989, com 19 anos e como colaborador da revista “Foot”, que teve o primeiro contacto com o jornalismo. Um ano mais tarde, Nuno Farinha entrou para a redação da “Gazeta dos Desportos”, aí permanecendo até 1992, na secção de Futebol Internacional. Nesse mesmo ano, fez parte da refundação do semanário “Golo” e acumulou funções em diversas publicações do Grupo Impala, entre as quais a “Época”, revista de grande informação. Em 1995, passou pela “Nova Gente”, onde foi subchefe de redação, antes da mudança para a “TV 7 Dias”, na qual desempenhou os cargos de redator-principal, chefe de redação e diretor, entre 1996 e 2002. Pelo meio, dirigiu a revista “FutebolMania”.

O diretor-adjunto Nuno Farinha está no Record desde Maio de 2006, tendo passado os quatro anos anteriores na direção da “TV Guia”, publicação de que foi igualmente diretor editorial adjunto. Em 24 anos de carreira, teve ainda uma colaboração pontual com o “France Football” e com o “Norte Desportivo”, tendo sido também crítico de televisão no “Destak” e no “Correio da Manhã”, neste último durante quatro anos.

Jogou futebol no Estrela da Amadora (iniciados e juvenis) e no Damaiense (juniores e seniores).

Quem é Bernardo Ribeiro

O subdiretor Bernardo Ribeiro, formado em jornalismo pelo CENJOR e com frequência do curso de Comunicação Social da Universidade Católica, entrou como estagiário para o Record em 1992, com 20 anos, aqui ficando um pouco mais de dois, nas secções de Internacional, Futebol e Modalidades. No mesmo período, colaborou com o semanário “Sete”, com alguns textos publicados na área musical. Em 1994, integrou a secção Sporting do diário “O Jogo”, onde permaneceu mais dois anos até regressar ao Record, também para fazer parte da editoria Sporting, com participações esporádicas na editoria Benfica.

O lançamento do diário “24 Horas”, em 1998, e a hipótese de integrar uma equipa que arrancava com um jornal do zero levaram-no a fazer parte da primeira redação do jornal fundado por José Rocha Vieira. Foi editor de Desporto e mais tarde subchefe de redação até à saída para “A Bola”, em 2001, jornal em que desempenhou as funções de editor durante dois anos.

Um novo convite, em 2003, fê-lo voltar ao Record pela terceira vez, então para ocupar o cargo de chefe de redação, tendo passado a integrar a direção no início de 2008, com especiais responsabilidades nas edições on-line.
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