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Mais de 40 artistas e grupos de expressão ou origem lusófona passam a partir de hoje e até domingo pela Caparica, na quarta edição de um festival que já provou que veio para ficar
Ao fundo, no palco principal, António Zambujo ensaia com a banda o espetáculo que vai interpretar na sexta-feira, baseado em temas de Chico Buarque. O vento transporta-nos a música para a pista de skate instalada no recinto, onde Mafalda Veiga e o vocalista do Trevo, Gonçalo Bilé, brincam uns minutos sobre rodas. Estamos na véspera do arranque da quarta edição d"O Sol da Caparica e a organização quis demonstrar que o lema "Quatro dias de música, animação e surf" não é letra morta.
David Pessoa, vocalista dos Fogo-Fogo, a banda que faz a abertura musical do evento, fica a ver os colegas de profissão. "Alguém não anda de skate porque correu mal da última vez", conta. Já foi há coisa de dois anos, mas as marcas ainda se notam na pele do braço. "Não sabia travar e pensava que se saísse a correr não precisava de travar... A partir daí, prancha, só para desportos náuticos", graceja. Foi a poucos metros dali que David Pessoa aprendeu a surfar. Em palco, os Fogo-Fogo não querem travões e a única queda desejada é a queda para a dança. "É uma música de celebração, de dança, fundada 95% no funaná, para as pessoas dançarem a pares, a três ou em comboio. Para nós é uma grande honra. Ainda para mais porque vamos tocar antes do Bonga, que é uma referência para nós. Esperamos que já esteja muita gente para fazermos a festa." Fogo-Fogo é um grupo fundado há dois anos e meio que junta dois músicos que integraram os Cool Hipnoise - Francisco Rebelo e João Gomes - a David Pessoa, ao guitarrista e vocalista cabo-verdiano Danilo Lopes e ao baterista Márcio Silva. Começaram a tocar na Casa Independente (Lisboa) e a partir do ano passado passaram a estar noutros espaços. Depois do verão será editado o primeiro EP.
Quem já se estreou com um longa-duração, lançado no ano passado, foi o grupo do skater Gonçalo Bilé (voz e guitarra), de Hugo Palitos (bateria) e Ricardo Pires (baixo). O Trevo atua hoje, depois de ter passado, em abril, pelo Caparica Surf Fest. "Criou-se uma boa relação. Demos um bom espetáculo no festival e acho que o pessoal da organização sentiu que o Trevo vir ao Sol da Caparica podia ser uma boa aposta", comenta Bilé.
Sobre o festival ter outras ofertas além das musicais, o vocalista diz: "Claro que é perto do mar e tem outras coisas como o skate, mas o lado forte do festival é a música e o facto de investirem em música lusófona. Isso traz algo de muito importante e único para a música portuguesa."
Com uma já longa história na música portuguesa, Mafalda Veiga estreia-se n'O Sol da Caparica na sexta-feira. Feliz coincidência, a de o mais recente disco se intitular Praia. "Achei que calhava bem com o olhar com que estava a compor, qualquer coisa que tinha que ver com paz, focar os aspetos mais positivos da vida, o lado mais solar e pacífico, o lado interior mas no bom sentido, para trazer para fora essa intimidade que temos oculta. Praia é isso para mim e este festival tem tudo que ver com isto."
A cantora e compositora, que pensou num alinhamento específico para o festival, convidou o rapper Fuse, dos Dealema - que atuam duas horas antes -, para participar em dois temas: um deles da autoria de Mafalda e o outro, Ímpar Singular, do último álbum a solo do cantor, Caixa de Pandora. "Ele convidou-me para participar e eu retribuí o convite para estar aqui comigo. Vamos apresentar esse tema ao vivo pela primeira vez", conta. Espera-se que o concerto role melhor do que as rodas do skate da cantautora. "Desde pequenina que ando de skate. Não andava há imenso tempo, mas é como andar de bicicleta, não se desaprende. Dá imenso prazer e dava ainda mais se apanhasse mais velocidade, mas neste piso não consigo ter muita velocidade, as rodas não ajudam."

Anfiteatro a estrear
À quarta edição, O Sol da Caparica ganha um novo espaço - na verdade, é um espaço permanente: o anfiteatro do Parque Urbano da Costa de Caparica, inaugurado ontem à noite, com uma amostra do que os espectadores do festival poderão ver. Com capacidade para 1500 pessoas, tem "capacidades raras na área da Grande Lisboa", ao permitir a realização dos mais diversos tipos de espetáculo, explica o diretor artístico do festival, António Miguel Guimarães, em nota da autarquia. Assinado pelo arquiteto Aleque Ming, que se inspirou nos anfiteatros greco-romanos, o equipamento tem um palco com uma boca de cena de 18 metros e 13 metros de fundo. O objetivo, segundo o vice-presidente da edilidade, José Gonçalves, é o de "reforçar a ideia de que a ida à Costa de Caparica seja um ato de permanência e não sazonal".

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