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Mais de 60 mulheres – actuais e antigas funcionárias do Google nos EUA – estão a falar com advogados sobre a possibilidade de uma acção colectiva contra a empresa por sexismo. A principal queixa são os salários alegadamente inferiores aos de homens que ocupam os mesmos cargos.

A discussão chega depois de um memorando interno de um engenheiro do Google a criticar as políticas de igualdade da empresa se ter transformado num fenómeno viral, ao ser partilhado nas redes sociais durante o fim-de-semana. Para o autor do texto, as diferenças salariais na empresa eram naturais e deviam-se a diferenças “biológicas” entre homens e mulheres. O trabalhador foi despedido e pretende recorrer à Justiça. O presidente executivo do Google já esclareceu que a opinião do trabalhador não reflecte a da empresa, mas o texto abriu o debate sobre falhas nas políticas de igualdade. 
A iniciativa de uma acção colectiva partiu de uma firma de advogados em São Francisco, que criou, no mês passado, um site paraasr a questão dos problemas salariais do Google. Esta semana, o advogado responsável pelo projecto, James Finberg, disse que já recebeu mais de 60 inquéritos de mulheres que trabalham ou trabalharam na empresa.
O Google não comenta a possibilidade da abertura de um processo legal pelas funcionárias, mas um porta-voz da empresa nota que “60 pessoas é uma amostra muito pequena” e que embora a empresa não discrimine com base no género, vão sempre existir diferenças salariais com base na localização, cargo e desempenho dos vários funcionários. O Google emprega cerca de 61,8 mil pessoas em todo o mundo.
Em declarações ao Guardian, Finberg nota, porém, que cerca de metade das trabalhadoras que já entrevistou acusam o Google lhes pagar até 40 mil dólares menos (cerca de 34 mil euros) do que aos colegas masculinos nos mesmos cargos. “Pensamos que há bases factuais para as reclamações de que as mulheres recebem menos do que os homens que trabalham no Google", diz Finberg. Como outras empresas no sector tecnológico, o Google emprega mais homens do que mulheres: cerca de 70% de todos os funcionários da empresa são homens e apenas 20% dos funcionários em cargos técnicos são mulheres.
As acusações de sexismo contra o Google também não são novas nos tribunais. O objectivo inicial do projecto de Finberg era verificar se os problemas detectados pelo Departamento de Trabalho dos Estados Unidos em 2014 e 2015 persistiam e mereciam uma acção judicial colectiva. Na altura, a conclusão do Departamento de Trabalho era a de que o Google apresentava “disparidades sistémicas entre o pagamento feito a homens e mulheres em toda a força de trabalho”.
O Google continua envolvido numa batalha legal com o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, apesar de desmentir as acusações. A empresa recusa revelar parte da informação pedida pelo Governo (como contactos de 25 mil funcionários do Google e registos salariais com mais de 15 anos), mas já entregou mais de 329 mil documentos com informação sobre a remuneração dos empregados. Em Julho, um juiz de direito administrativo defendeu a posição do Google, notando que o pedido do Governo era “intrusivo para a privacidade dos trabalhadores” e pouco susceptível de obter a informação relevante sobre os salários. 

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