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27052013
Site VKontakte tem 210 milhões de utilizadores e Putin dá cada vez mais sinais de o querer controlar.










O VKontakte tem sido usado para a oposição promover os protestos contra Putin Pawel Kopczynski/REUTERS
Na Rússia, a rede social onde toda a gente está não é o Facebook, é a
VKontakte. E imagina o Facebook posto numa lista de sites proibidos e
tirado da Internet? Esta sexta-feira, o VKontakte foi incluído numa
lista de sites proibidos pelo Governo. Mas logo a seguir foi anunciado
que se tratou de “um erro humano”.

Havia muito receio na
Rússia desde o início do mês que as autoridades pudessem dar este passo,
pois o fundador do VKontakte, Pavel Durov, de 28 anos, que tem sido
comparado com Mark Zuckerberg (o fundador do Facebook), tem sido alvo do
interesse do FSB, os Serviços de Segurança Federais que herdaram parte
importante das funções do KGB soviético. O site de media social, com 210
milhões de utilizadores inscritos, tem sido muito usado pela oposição
para organizar os protestos populares contra Vladimir Putin que se têm
vindo a realizar desde Dezembro de 2011.
Várias regiões na Rússia
não estão a conseguir aceder ao domínio vk.com – o que aconteceu logo
depois de ter sido anunciado que o VKontakte tinha sido incluído no
registo de sites proibidos (http://zapret-info.gov.ru). Em São
Petersburgo, por exemplo, continua a não ser possível aceder ao site,
diz a BBC Online.
Mas a agência reguladora russa para a Internet,
Roskomnadzor, emitiu um comunicado a dizer que o VKontakte tinha sido
colocado nesta lista “devido a erro humano”. Este registo é usado para
banir da Internet sites que distribuem pornografia infantil,
estupefacientes ou promovem o suicídio, mas na Rússia tem acontecido que
frequentemente sites como o Google e a Wikipédia acabem também lá, “por
erro”.
Um porta-voz da VKontakte, Georgi Lobushkin, disse à Reuters não ter qualquer informação sobre a decisão da Roskomnadzor.
O
facto de o VKontakte ir parar à lista dos sites proibidos, por erro ou
não, neste momento, não parece inocente. O seu fundador, Pavel Durov,
está desaparecido desde 24 de Abril, depois de ter sido implicado num
acidente de automóvel em que um polícia ficou levemente ferido. Um vídeo
mostra o condutor a fugir do local do acidente – vestido de negro, no
estilo característico de Durov, um aficionado do imaginário dos filmes
Matrix.
Só que Durov não conduz e não tem carro. O FSB revistou
vários escritórios da Vkontakte, e até a casa dos pais de Durov, sem o
ter, no entanto, acusado de nada. Durov estará no estrangeiro.
Apesar
de ser através do VKotankte que as pessoas se organizam para as
manifestações de protesto contra Putin, o regime tinha deixado Durov
mais ou menos em paz até há pouco tempo. Mas há sinais claros de que
essa atitude está a mudar.
Este mês, logo a seguir a ter surgido o
vídeo lançando as suspeitas sobre Durov de ter atropelando o polícia e
fugido, o gestor de um fundo de investimentos próximo de Vladimir Putin
comprou 48% das acções do VKontakte, surpreendendo a empresa. Outros 40%
da empresa são do milionário russo Alisher Usmanov, que ajudou a lançar
o VKontakte em 2006 e tem também acções no Facebook e na Apple, mas é
um aliado de Putin. A Durov restam-lhe 12%.
Ilia Sherbovich, que
adquiriu os 48% do VKontakte recentemente, é o tipo de homem em quem
Putin confia para endireitar um negócio que saiu dos carris: no ano
passado, recorda o jornal canadiano Globe and Mail, foi escolhido
pessoalmente pelo Presidente para integrar o conselho de administração
do gigante petrolífero russo Rosneft, depois de a maioria dos directores
terem sido despedidos.
Sherbovich diz querer que Durov continue
com as rédeas do negócio, mas também quer que reveja o conteúdo do site.
“Vamos pôr estes temas na agenda”, disse em declarações à televisão
russa.
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